A natureza oferece matéria prima para tudo o que é feito. E tudo deve ser absorvido de volta pela natureza, depois de usado. Mas não é o que acontece, principalmente em sociedades fortemente industrializadas como a nossa.
Por isso, o problema do lixo não-reciclável vem crescendo cada vez mais. Só 30% do lixo é feito de materiais que podem ser recicláveis. Muitos dos produtos jogados no meio-ambiente podem causar sérios prejuízos ao meio ambiente e à saúde das pessoas e, por isso, devem receber tratamento adequado.
Produtos que contêm em sua composição ácidos e metais pesados (chumbo, cádmio, mercúrio, níquel), baterias e pilhas, alguns tipos de tintas, remédios vencidos, herbicidas, pesticidas, fluídos automotivos e resíduos industriais são considerados lixos tóxicos.
A cada ano, mais indústrias buscam empresas especializadas para tratar o lixo não reciclável. Em 2007, elas processaram seis milhões de toneladas de material perigoso para o meio ambiente. Mas não se sabe o quanto ainda está sendo produzido no país e ainda sem destino certo.
Cada pessoa também pode fazer a sua parte para minimizar o problema. Algumas dicas:
- Não descarte pilhas, baterias e aparelhos eletrônicos no meio ambiente, leve de volta à loja onde comprou, há uma lei que obriga as lojas que vendem esses produtos a recolhê-los quando eles forem considerados lixo;
- Troque as pilhas comuns pelas recarregáveis;
- As pilhas secas dos tipos alcalina-manganês ou zinco-manganês e as pilhas portáteis de zinco ou lítio não são tóxicas e podem ser jogadas no lixo comum. É importante ler a embalagem para garantir quando for jogá-las fora.
- Evite gastar muitas tintas, principalmente, da impressora.
Espalhe as dicas! Um futuro melhor é resultado de um presente mais responsável.
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